O silêncio de Marcelle

Quem entra no pavilhão do Brasil nesta 57a. Bienal de Veneza se depara com um incômodo vazio. Não há nada para ver. Tateamos pelo piso gradeado do espaço, percorremos algumas rampas; por um momento, estamos sobre ‘uma plataforma de ventilação de metrôs’, daquelas que encontramos na avenida Paulista. Sob os nossos pés, pedrinhas usadas em… Continue reading O silêncio de Marcelle

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